A Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), com sede em Paris, preve que a crise econômica deve ser a causa da maior redução no número de imigrantes sendo aceitos nos países ricos desde os anos 1980.
Em seu abrangente relatório sobre o Panorama da Migração Internacional em 2009, a organização, por vezes chamada também de “o clube dos países ricos”, afirmou que este fenômeno já está ocorrendo em países duramente afetados pela desaceleração.
“Pela primeira vez em muitos anos, o limite de alocação para o principal visto de trabalho americano não foi imediatamente atingido neste ano. A Austrália percebeu um declínio na migração qualificada de mais de 25% nos primeiros quatro meses de 2009. No Reino Unido e na Irlanda, a migração originada nos novos países-membros da União Europeia caiu pela metade”, afirmou a organização.
O documento explicou que há duas razões para a diminuição neste fluxo migratório: a redução na demanda por mão-de-obra causada pela crise e as políticas restritivas adotadas em resposta a ela.
Um exemplo citado pelo relatório para todos os casos é a Espanha, onde o desemprego entre imigrantes chegava a 27,1% no primeiro trimestre deste ano, contra 15,2% entre os nativos.
Nos últimos anos o país reduziu drasticamente o teto para o número de trabalhadores de fora da União Europeia que podem ser contratados em seus países pelo chamado regime de Contingente: de mais de 27 mil em 2007, o número passou para 15,7 mil em 2008 e apenas 900 neste ano.
A Espanha também oferece incentivos financeiros para que imigrantes de 19 países com acordos bilaterais voltem aos seus países de origem.
via: BBCBrasil

Benett, Gazeta do Povo
Após a leitura da carta em que Zelaya supostamente pediria sua renúncia, o Legislativo aprovou o seu afastamento do cargo e designou o presidente do Congresso, Roberto Micheletti, como presidente interino até janeiro de 2010, quando terminaria o atual mandato presidencial.
Em declarações à imprensa da Costa Rica, para onde foi mandado nas primeiras horas do domingo, Zelaya disse que o que ocorreu no seu país foi “uma conspiração política apoiada por um golpe militar”.
“Nunca renunciei e não vou usar esse mecanismo”, afirmou Zelaya. “Isso é mais um crime”, disse.
A suposta carta de renúncia lida pelo Congresso tem data do dia 25 de junho.
ORIGEM DO CONFLITO
O golpe militar que expulsou Zelaya do país ocorreu após dias de uma intensa crise política no país, por conta de um projeto do presidente para consultar a população sobre uma possível reforma constitucional.
O plano do presidente foi considerado ilegal pelo Congresso e pela Justiça do país e enfrentava a oposição também do Exército. Ainda assim, Zelaya havia decidido realizar a consulta popular neste domingo.
A oposição o acusava de querer mudar a Constituição para permitir sua reeleição, mas o presidente afirmava que não seria candidato a um novo mandato e que uma eventual mudança constitucional somente beneficiaria seus sucessores.
Centenas de pessoas saíram às ruas da capital, Tegucigalpa, para protestar contra a prisão e o exílio de Zelaya.
Tropas do exército dispararam bombas de gás lacrimogêneo para tentar dispersar os manifestantes.
REAÇÃO DO MUNDO
Em uma reunião de emergência em Washington, a Organização dos Estados Americanos (OEA) condenou o que chamou de “golpe de Estado” em Honduras.
O presidente dos EUA, Barack Obama, pediu a Honduras que “respeite as normas democráticas e o Estado de direito”. A prisão de Zelaya também foi condenada pela União Européia.
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, aliado político de Zelaya, acusou o “império ianque” pela derrubada do presidente hondurenho.
Em uma nota divulgada pelo Itamaraty, o governo brasileiro disse “condenar de forma veemente a ação militar” que tirou Zelaya do poder e o levou para fora do país.
A nota diz que “ações militares desse tipo configuram atentado à democracia e não condizem com o desenvolvimento político da região” e pede que Zelaya seja reposto “incondicionalmente” em seu posto.
Cientistas da Universidade de Zurique anunciaram o resultado de pesquisa de uma década mostrando que as “neves eternas” dos Alpes desaparecem rapidamente. Em dez anos, 12% do gelo nas montanhas suíças derreteu. O fenômeno é registrado em várias regiões. Há dois anos, no Monte Kilimanjaro (Tanzânia), a neve desapareceu no verão pela primeira vez em 11 mil anos. Mas até agora não se sabia que o fenômeno era tão intenso, também na Europa.
O que se conhece popularmente como neves eternas são os glaciais, estruturas de gelo que não derretem - ou não derretiam - o suficiente no verão a ponto de desaparecer. Dois fatores pesariam nesse fenômeno: a elevação média da temperatura no verão e a queda de neve mais suave no inverno. A universidade alerta que nunca o ritmo de derretimento do gelo dos Alpes foi tão rápido. “A última década foi a pior desde que começamos a registrar os dados, há 150 anos”, disse Daniel Farinotti, um dos pesquisadores.
Segundo ele, há dez anos a Suíça contava com uma cobertura de gelo de 1.063 quilômetros quadrados. Desde 1999, os glaciais suíços perderam 9 quilômetros cúbicos de gelo. A maior queda ocorreu em 2003, quando a redução foi de 3,5% em 12 meses. Até 2050, os pesquisadores estimam que os invernos nos Alpes serão 1,8°C mais quentes; os verões terão temperatura 2,7°C superior. O derretimento das neves eternas pode causar, na Suíça, mais avalanches e deslizamentos de terra, além de prejudicar o abastecimento de energia, pois as hidrelétricas são abastecidas pelo derretimento sazonal dos glaciais. O turismo também sofreria perdas. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.
Segue a Curta-metragem de 1996 que possui o recorde no Guinness Book de clipe mais longo do mundo! - Dirigido por Stan Winston. - Enredo e história de Michael Jackson e Stephen King. É longo, porém muito bom.

Duke, O Tempo
A Forças Aérea iraniana pôs fim nesta quarta-feira às manobras militares realizadas no Golfo Pérsico e no mar de Omã por três dias, com testes de “bombas inteligentes” de fabricação nacional e um novo sistema de radar.
“Os exercícios foram um sucesso. Hoje testamos bombas inteligentes Ghased (mensageiro), capazes de alcançar seu alvo sem direção manual”, disse o comandante da Força Aérea iraniana, o general Hassan Shah Safi, a jornalistas. O oficial disse, além disso, que o novo sistema de radar implantado em Teerã também foi testado.
As manobras, que tiveram início na segunda-feira, estavam programadas para, entre outras coisas, testar ataques aéreos de longa distância com reabastecimento em voo. “Dois caças-bombardeiros de fabricação nacional conseguiram atingir seu alvo no último dia de manobras”, afirmou Shah Safi, de acordo com a imprensa local.
O Irã sofre embargo armamentista internacional desde os anos 80, o que não impediu o país de desenvolver seu próprio programa militar. Desde 1992, equipou seu exército com caças-bombardeiros, tanques de combate, submarinos, navios de guerra e mísseis de médio e longo alcance, de fabricação nacional, capazes de atingir alvos a mais de 2 mil km de distância.
via: EFE
Segundo a organização, que promove o cumprimento das metas das Nações Unidas para o combate à pobreza no mundo, os países em desenvolvimento receberam em 49 anos o equivalente a US$ 2 trilhões em doações de países ricos.
Apenas no último ano, os bancos e outras instituições financeiras ameaçadas pela crise global receberam US$ 18 trilhões em ajuda pública.
A divulgação do relatório coincide com o início de uma conferência entre países ricos e pobres na sede da ONU, em Nova York, para discutir o impacto da pior crise econômica mundial desde os anos 1930.
O encontro, que acontece até o dia 26, tem como principal objetivo “identificar as respostas de emergência para mitigar o impacto da crise a longo prazo”, segundo a convocação das Nações Unidas.
Um dos principais desafios da reunião será conseguir um compromisso que permita unir países industrializados e em desenvolvimento para definir uma nova estrutura financeira mundial, prestando atenção especial às populações mais vulneráveis.
O relatório da Campanha pelas Metas do Milênio argumenta que a destinação de dinheiro ao desenvolvimento dos países mais pobres não é uma questão de falta de recursos, mas sim de vontade política.
O relatório da organização observa ainda que a crise mundial piorará a situação dos países mais pobres. Na última semana, a FAO (Organização para a Agricultura e Alimentação) afirmou que a crise deixará 1 bilhão de pessoas em todo o mundo passando fome.
via:BBCBrasil
Pesquisadores da África do Sul empenham-se em tentar encontrar a cura para a tuberculose, maior epidemia no país depois da AIDS. Os sul-africanos esperam, daqui a três anos, pelo menos ter uma previsão de quando a doença possa ser extinta no país.
O país africano já sofre com a AIDS, que diariamente tira a vida de mais de mil pessoas, e também se depara com uma outra epidemia de proporções desastrosas.
A África do Sul é o quinto país com mais casos da doença em números absolutos. Mas, em termos percentuais, é o líder, com 948 casos (de todos os tipos da doença) para cada 100 mil habitantes.
A pesquisa, iniciada em 2001, também é desenvolvida pela Universidade de Oxford e tem ajuda financeira de organizações internacionais da Europa e dos Estados Unidos, principalmente da Bill Gates and Melinda Foundation. O grande centro de pesquisa fica em Worcester, área rural, a 120 quilômetros do centro da Cidade do Cabo.
O local não foi escolhido aleatoriamente. É a área com o maior número de pessoas infectadas de todo o continente: 1.400 para 100 mil habitantes.
“Estamos testando quatro tipos de vacinas em um grupo de 36 pessoas. Uma dessas é testada em adultos soropositivos. Agora, temos um novo estudo que envolve 2784 crianças”, diz Hassan. Essas crianças foram vacinadas com BGC ao nascer e receberão a primeira MVA85A/AREAS-485 (nome da vacina) com 18 semanas de idade.
Em 2007, o número de casos da doença no mundo chegou a 9,27 milhões, comparados aos 9,24 milhões do ano anterior. A única vacina disponível contra a doença é a (BCG), medicamento usado há 80 anos. A proteção dela em relação à meningite da tuberculose chega a ser 80%. Mas, para proteger a doença no pulmão, a eficácia é variável, diz Hassan.
“O agravamento da situação no mundo é uma prova de que a vacina que existe hoje não trabalha para reduzir a epidemia. As novas vacinas devem ser uma prioridade para a saúde pública. A importância do nosso trabalho está na esperança de eliminar a tuberculose em breve”, afirma o médico.
Com o crescimento na população de soropositivos, aumenta também a incidência de tuberculose na África do Sul. Dentro da população de soropositivos, a prevalência de tuberculose no país é de 73%, segundo a Organização Mundial da Saúde.
via:BBCBrasil

Amarildo, A Gazeta
Uma pesquisa do governo da Argentina diz que a população das favelas de Buenos Aires, as chamadas villas de emergencia, cresceu 25% nos últimos dois anos.
As casas das favelas da capital argentina geralmente recebem mais um andar ou dois em questão de semanas e, segundo a pesquisa, abrigam atualmente cerca de 200 mil pessoas.
O número equivale a quase 7% dos habitantes de Buenos Aires. Atualmente, existem 14 favelas e pelo menos 40 assentamentos no perímetro da capital.
Apenas em Playón de Chacarita vivem cerca de 800 famílias. Antes, a vila era uma terreno baldio, que foi desocupado depois das privatizações das ferrovias nos anos 90.
O assentamento fica atrás de um muro de concreto, alto o bastante para que não seja visto pelos pedestres. Existem duas entradas e apenas uma delas é acessível para veículos. Ambulâncias e viaturas policiais não entram.
As casas são feitas de tijolos, chapas, papelão. Seus moradores sofrem com a poeira no verão e tudo fica encharcado quando chove.
As autoridades de Buenos Aires descartam a erradicação das favelas e dizem que não há espaço físico na cidade para transferir os habitantes de vilas inteiras. Cada setor que as autoridades desocupam logo é ocupado novamente por mais famílias que foram despejadas.
Com isso, a política de erradicação, em prática desde os anos 60, foi substituída pela urbanização.
O governo de Buenos Aires destinou um orçamento de 200 milhões de pesos argentinos (cerca de R$ 106 milhões) para a gestão das favelas apenas em 2009. Segundo as autoridades, o objetivo é converter em bairros duas das 14 principais favelas antes do final do ano.
As autoridades argentinas reconhecem que o aumento da população nas favelas é exponencial, principalmente devido à chegada de imigrantes dos países vizinhos, que atualmente são 70% da população nesses assentamentos.
O problema do crescimento das casas precárias é um dos maiores desafios para as autoridades. Tanto que, há alguns meses, o governo de Buenos Aires pensou em colocar um sistema de vigilância policial nos acessos às favelas mais centrais, para evitar a entrega de materiais de construção.
Na vila de Playón de Chacarita, o primeiro passo - por mais paradoxal que seja - é conseguir que as autoridades reconheçam a região como uma villa de emergencia. Atualmente, a concentração urbana é tecnicamente considerada um assentamento, uma categoria que não garante sequer acesso a fundos do governo.
via:BBCBRASIL

Sinovaldo, Jornal NH
A piora na situação econômica de países como a Espanha e os Estados Unidos está tendo efeitos na vida financeira das famílias bolivianas, que passaram a receber menos recursos de parentes que vivem no exterior.
Segundo o Banco Central da Bolívia (BCB), as remessas para o país de bolivianos no exterior caíram 9,2% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Analistas dizem que este dado afetará mais o consumo das classes média e baixa.
Indiferente à frieza dos números, o agricultor Carlos Kochnke conta que sua filha, que vive há sete anos na Espanha, tem reduzido a frequência de envio de dinheiro porque “a situação se agravou” no país.
A filha, Patrícia, agora envia recursos a cada dois, três ou quatro meses. Mas Kochnke diz que não se importa porque avalia que, mesmo assim, “ela está melhor lá (na Espanha) do que na Bolívia”.
Segundo o BC boliviano, o maior quinhão de remessas enviadas de fora do país chega da Espanha (40% do total), seguida por Estados Unidos (22%) e Argentina (17%).
Em 2007, as remessas para a Bolívia alcançaram pouco mais de US$ 1 bilhão, subindo no ano seguinte para se aproximar de US$ 1,1 bilhão.
Nos últimos anos, as remessas vêm representando em torno de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) da Bolívia, quase duas vezes mais que o valor dos investimentos estrangeiros diretos (IED). O analista do Instituto Boliviano de Comércio Exterior (IBCE) Gary Rodríguez disse que, ao longo de 2009, a diminuição nas remessas pode significar a perda de US$ 250 milhões a US$ 300 milhões.
via:BBCBrasil

Sinfrônio, Diário do Nordeste
A divulgação do resultado das eleições presidenciais iranianas, realizadas na última sexta-feira (12), levou os opositores do atual chefe de Estado do país, Mahmoud Ahamadinejad, a realizar uma série de protestos nas ruas de Teerã contra sua reeleição, com mais de 60% dos votos. O caos se espalhou pelas ruas da capital do país, a polícia reagiu tentando dispersar os manifestantes e dezenas de pessoas foram presas, incluindo, segundo relatos da imprensa israelense, o principal candidato da oposição, o ex-primeiro-ministro iraniano Mir Hussein Moussavi. No princípio, a reclamação era de que podia ter havido fraude na votação, e agora a oposição acusa o presidente de tentar dar um golpe de Estado.
Relatos de jornalistas internacionais na capital iraniana dão conta de um clima agitado na cidade. Alguns comparam a mobilização política com os movimentos que levaram à Revolução Islâmica de 30 anos atrás, quando o xá foi derrubado. Outros, mais moderados, dizem que realmente há agitação, mas que o presidente está conseguindo controlar a maior parte dos protestos com a polícia.
Uma análise publicada na revista norte-americana “Newsweek” neste domingo (13), entretanto, diz que o Ocidente menosprezou a força popular do presidente. Segundo o texto, é preciso considerar que as vozes dissidentes que eram expostas pela mídia ocidental eram minoria, e que a maior parte da população fora da capital do país preferiu manter o atual presidente no poder.
Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que a expectativa de vida dos brasileiros está entre as mais altas do mundo, com uma média de 73 anos.
O Relatório Estatístico sobre a Saúde no Mundo da organização, que foi apresentado em maio (2009) em Genebra e que conta com dados de 2007, ressalta que a expectativa de vida das pessoas das Américas do Norte e do Sul é de 76 anos.
Dividido por sexos, as mulheres do continente americano vivem 78 anos e os homens, 73. Atrás deles, estão os europeus e os habitantes do Pacífico Ocidental, com uma média de 74 anos, enquanto a média no Sudeste Asiático é de 65 anos, Mediterrâneo Oriental, 64, e na África, 52.
A nação latino-americana com uma expectativa de vida mais alta é Costa Rica, que alcança os 79 anos, e a mais baixa é da Guiana, com 60. A América Latina também fez vários progressos no âmbito da mortalidade infantil.
Em setembro do ano passado, a Síntese de Indicadores Sociais 2008 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou que houve um aumento de 3,4 anos na expectativa de vida do brasileiro de 1997 para 2007. A expectativa de vida passou de 69,3 para 72,7 anos.
Em 1997, a expectativa de vida das mulheres era de 73,2 anos, e a dos homens, 65,5 anos. Em 2007, a expectativa de vida das mulheres era de 76,5 anos, e a dos homens, 69 anos.
De acordo com o IBGE, o aumento absoluto e relativo da população idosa é conseqüência do crescimento da esperança de vida ao nascer combinado com a queda do nível geral da fecundidade.

Amarildo, A Gazata
A Coreia do Norte confirmou que pretende enriquecer urânio e transformar o plutônio que extrair deste processo em armas nucleares, segundo informou a imprensa estatal do país.
O anúncio veio horas depois da aprovação, pelo Conselho de Segurança da ONU, de uma resolução que prevê o endurecimento das sanções contra o país. A medida da ONU é em resposta ao teste nuclear e ao lançamento de mísseis de longo e curto alcance realizados no mês passado pelo governo de Pyongyang.
Segundo a Agência de Notícias Central Coreana (KCNA), o alerta veio de um comunicado do ministério do Exterior.
Ainda segundo a mídia estatal, a Coreia do Norte está considerando as sanções como um “ato de guerra” e ameaça tomar ações militares.
A nova resolução do Conselho de Segurança, aprovada por unanimidade pelos países membros, autoriza a ONU, inspecionar carregamentos norte-coreanos transportados por terra, mar ou ar e destruir qualquer material suspeito de estar relacionado a armas de destruição em massa. A medida também amplia o embargo ao comércio de armas com a Coreia do Norte, proibindo que o país venda tanto armamento pesado quanto armas leves.
A ONU e seus países membros estão de mãos atadas diante do governo norte-coreano, pelo andar da carruagem, acordo diplomático parece ser impossível, e creio que nada pode intimidar o país.
Agora vem a pergunta que não quer calar – Em um momento de crise econômica e um governo que assumi os EUA com discurso diferente do antecessor, qual será o próximo passo dado pela ONU ou pelo “xerife” do mundo – EUA? Vai encarar?

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, afirmou nesta sexta-feira que o G8, o grupo que reúne os sete países mais industrializados do mundo e mais a Rússia, “morreu”.
“O G8 morreu. Não representa mais nada”, disse Amorim, após um evento no Instituto de Estudos Políticos de Paris. “Eu não sei como vai ser o enterro, às vezes o enterro ocorre lentamente.”
“Hoje, por qualquer critério, economias como China, Brasil e Índia são economias importantes, que têm um efeito na economia mundial maior do que muitos outros que estão no G8″, salientou.
“Essas economias (do G8) continuarão a ser importantes, mas elas não podem substituir a imprescindível presença de países como a China, o Brasil, a Índia, e mesmo a África também tem de ser representada.”
O ministro acompanhará o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na semana que vem na primeira cúpula dos BRICs - grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia e China - na cidade russa de Ecaterimburgo, nos montes Urais.
Segundo ele, os países estabelecerão uma coordenação econômica mas também tratarão de outros temas na agenda internacional.
Um grupo de cinco países em desenvolvimento - Brasil, China, Índia, África do Sul e México -, também chamado de G5, participa há alguns anos como convidado de parte das reuniões anuais de cúpula do G8, mas pedem mais voz nas discussões.
Amorim reconheceu que pode haver “confusão” em relação aos diversos grupos de países formados atualmente, mas disse que o importante é que a profusão de grupos reflita uma ordem mundial mais plural e equitativa.
“Hoje tem o G8 + 5, que talvez se transforme no G8 + 6, de repente se transforma em G8 +12 e vira outro G20… o fato é que quando falamos G8 mais outros países, se fala de um grupo de países que são um núcleo e um grupo de países convidados. Eu acho que isso também é algo que tem de ser superado”, opinou.
Para o ministro, ao reunir tanto as principais economias avançadas quanto as emergentes, o G20 “é um modelo melhor.”
Amorim falou à imprensa após um evento no Instituto de Estudos Políticos de Paris, que comemorou os dez anos da cátedra de Mercosul na instituição e que contou também com a presença do diretor-geral da OMC, Pascal Lamy.
via:BBC BRASIL
Os cinco membro permanentes do Conselho de Segurança da ONU (Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Rússia e China) chegaram nesta quarta-feira(10) a um acordo sobre o texto de uma resolução para ampliar as sanções contra a Coreia do Norte, informaram fontes diplomáticas.
A resolução - negociada também com a participação de Japão e Coreia do Sul - é uma resposta ao teste nuclear e ao lançamento de mísseis de longo e curto alcance realizados no mês passado pelo governo norte-coreano, contrariando as determinações do Conselho de Segurança da ONU.
A previsão é de que os 15 países que integram o Conselho de Segurança se reúnam ainda nesta quarta-feira para discutir o texto. Segundo diplomatas, a votação seria realizada na sexta-feira.
De acordo com diplomatas, o esboço da resolução tem 35 pontos e reafirma a proibição de atividades nucleares e testes com mísseis imposta pela ONU à Coreia do Norte.
O texto do esboço de resolução também pede, segundo as fontes diplomáticas, um embargo para o comércio de armas e sanções financeiras contra a Coreia do Norte.
Os Estados Unidos e o Japão vêm pressionando por sanções severas para punir a Coreia do Norte pelo teste nuclear realizado em maio.
No entanto, China e Rússia têm demonstrado cuidado para não provocar o governo norte-coreano.
O governo americano diz que descarta uma ação militar contra a Coreia do Norte e prefere apostar nos esforços diplomáticos internacionais.
Na terça-feira, a Coreia do Norte disse que, caso seja provocada, usará armas nucleares em uma “ofensiva cruel”.

Ronaldo, Charge Online
Após três décadas sem cinema - desde que a atividade foi proibida nos anos 70 - o público da capital saudita, Riad, teve pela primeira vez a oportunidade de assistir a uma obra na tela grande.
O filme em cartaz foi uma produção nacional intitulada Menahi - uma comédia sobre um beduíno ingênuo que se muda para a cidade grande.
Alguns religiosos radicais tentaram afugentar a audiência e interromper a exibição.
Nenhuma mulher teve autorização de assistir ao filme na capital.
O país começou a abrir espaço para as artes desde que o rei Abdullah chegou ao trono em 2005.
Mas foram necessários cinco meses para que os produtores do filme conseguissem permissão do governo para exibir a obra em Riad, em um centro cultural dirigido pelo governo. Houve pouca publicidade antecipadamente.
Os cinemas públicos foram fechados na Arábia Saudita na década de 70, quando líderes profundamente conservadores temiam que eles levassem a um ambiente misto - com homens e mulheres - e minassem os valores islâmicos.
Desde então, houve pouca diversão pública, exceto corridas de cavalos e camelos e festivais celebrando a cultura tradicional saudita.
O filme foi produzido pela companhia Rotana, de propriedade do príncipe saudita bilionário Alwaleed bin Talal.
O príncipe Alwaleed, sobrinho do rei Abdullah, disse que acredita que os cinemas acabarão abrindo na Arábia Saudita. No ano passado, o reino realizou seu primeiro festival de cinema nacional.
via:BBC Brasil
A Coreia do Norte sentenciou a 12 anos de trabalhos forçados as duas jornalistas norte-americanas que foram acusadas de cruzar ilegalmente a fronteira e por “grave delito” não especificado pelo governo de Pyongyang, informou a agência de notícias oficial norte-coreana KCNA.
Laura Ling, de 32 anos, e Euna Lee, de 36, ambas de uma rede de TV da Califórnia, foram detidas na fronteira em 17 de março, na região do Rio Tumen, perto da China. Elas investigavam a situação de supostos refugiados que tentariam fugir do país comunista.
Segundo um especialista ouvido pela agência de notícias Associated press, a pena inclui a prisão das jornalistas. Elas não podem apelar da decisão pois foram julgadas na mais alta Corte do país, em que as decisões são finais.
A sentença vem num momento de tensão nuclear em meio a um último teste feito pelo país comunista, que gerou críticas e ameaças de represálias da comunidade internacional.
Segundo o jornal “New York Times”, Ling sofre de úlcera e precisa de medicação e Lee deixou uma filha de quatro anos em casa.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou estar muito preocupado com a condenação das duas jornalistas americanas e disse que fará todo o possível para obter a libertação de ambas, anunciou a Casa Branca.
É Obama esse “abacaxi” não vai ser fácil descascar.

Ique, JB Online
Os tiros de advertência disparados por um avião da FAB contra um monomotor que transportava cocaína sobre a região amazônica, em Rondônia, foram os primeiros desde que entrou em vigor a Lei do Abate, em 2004.
O vídeo liberado pela Aeronáutica mostra a perseguição ocorrida na quinta-feira (4) a um avião de pequeno porte que estava carregado com 176 kg de pasta-base de cocaína. A aeronave não chegou a ser abatida. Dois bolivianos acusados de pilotar o avião – que fugiram após o pouso – foram presos nesta madrugada pelas polícias Civil e Federal.
Amparados pela Lei do Abate, os militares da FAB dispararam duas rajadas de tiros de metralhadora, depois de os pilotos terem ignorado os pedidos para pousar e tentarem manobrar o avião em direção à fronteira com a Bolívia.
De acordo com a Aeronáutica, a aeronave suspeita, de matrícula boliviana, voava a uma altitude de 500 metros, quando foi identificada pelo avião-radar E-99 e por um A-29. Depois do tiro disparado, o piloto da aeronave suspeita teria colaborado e obedecido às ordens da FAB.